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Lisca diz que trabalhos consistentes em América e Ceará acabaram com preconceito

Lisca e jogadores durante treino no CT Lanna Drumond - Foto: Marina Almeida / América

Em claro crescimento na carreira, com trabalhos consistentes em Ceará e América, Lisca Doido passou a figurar entre os principais treinadores do Brasil. E, segundo o próprio comandante do Coelho, os últimos times treinados foram fundamentais para coloca-lo em outro patamar.

Em entrevista ao Canal Pilhado, do jornalista Thiago Asmar, Lisca reconhece que sofreu preconceito pelo apelido e por trabalhos sempre feitos para apagar incêndio, no entanto, reconhece que recentemente isso mudou.

“Hoje é dia bem menos, os últimos trabalhos, eu já venho há muito tempo trabalhando, mas tive um crescimento desde o trabalho no Ceará em 2018 passei a ganhar mais espaço, falando mais de conteúdo e analise de time. Mas após o Ceará, por escolha, eu fiquei sete a oito meses parado para não pegar time para apagar incêndio”, avaliou o treinador.

Lisca chegou ao América e rapidamente ganhou prestígio junto a diretoria. Seu time apresenta variações de jogadas importantes, algo que levou o Coelho para grandes disputas: semifinais da Copa do Brasil 2020 – algo que nunca ocorreu na história da agremiação – além de subir para a Série A com chances claras de conquistar a taça da segunda divisão.

“No América foi muito legal, estadual, o América nunca tinha chegado tão longe na Copa do Brasil, na Série B subimos com sete rodadas de antecedência. Então acho que isso (preconceito) já era. Recebi propostas de vários clubes, times que eu sonhava”, completou.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.